Ataque em escola de Minneapolis deixa duas crianças mortas

Ataque em escola de Minneapolis deixa duas crianças mortas

Ataque em escola de Minneapolis deixa duas crianças mortas

Ataque em escola de Minneapolis deixa duas crianças mortas abre nova tragédia nos Estados Unidos: o atirador Robin Westman, 23 anos, matou dois alunos e feriu outros 18 enquanto as vítimas rezavam numa igreja que funciona como colégio católico.

Ataque em escola de Minneapolis deixa duas crianças mortas

De acordo com o chefe de polícia Brian O’Hara, Westman estava “obcecado com a ideia de matar crianças” e “parecia odiar a todos nós”. Sem histórico criminal nem diagnóstico de saúde mental conhecido, o agressor usou três armas de fogo compradas legalmente e acabou tirando a própria vida no local.

As vítimas fatais foram identificadas como Fletcher Merkel, 8 anos, e Harper Moyski, 10. Em pronunciamento emocionado, o pai de Fletcher pediu: “Abracem seus filhos hoje”. Os pais de Harper declararam que pretendem transformar a dor em ação para conter a violência armada.

Investigadores encontraram anotações e mensagens de ódio contra judeus, católicos e o ex-presidente Donald Trump. Segundo o procurador interino Joseph Thompson, o caso é tratado como terrorismo doméstico motivado por ideologia de ódio.

Testemunhas relataram cenas caóticas. Moradores ajudaram estudantes ensanguentados que fugiam pedindo socorro. “Ela dizia: ‘não me deixe’”, contou Patrick Scallen sobre uma menina ferida que segurou sua mão.

Autoridades ressaltaram que as portas da igreja estavam trancadas durante a missa, o que pode ter evitado mais mortes. Ainda assim, o ataque reacendeu o debate sobre armas de assalto. O prefeito Jacob Frey defendeu a proibição de carregadores de alta capacidade: “Não estamos falando de rifle de caça, mas de armamento projetado para perfurar coletes”.

Ataque em escola de Minneapolis deixa duas crianças mortas - Imagem do artigo original

Imagem: Internet

Estatísticas do FBI revelam aumento de tiroteios em massa nos últimos anos, alimentando preocupações com possíveis crimes de imitação.

O crime também reforça o temor diário de pais como Vincent Francoual, cuja filha de 11 anos sobreviveu: “Todos os dias deixamos nossos filhos na escola sem saber se voltarão vivos”, lamentou.

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Crédito da imagem: BBC News

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