Ataque russo em Kiev deixa 15 mortos e 48 feridos

Ataque russo em Kiev deixa 15 mortos e 48 feridos

Ataque russo em Kiev deixa 15 mortos e 48 feridos

Ataque russo em Kiev deixa 15 mortos e 48 feridos na madrugada desta quinta-feira (data local), quando drones e mísseis atingiram a capital ucraniana em um dos maiores bombardeios desde o início da guerra, segundo autoridades locais.

Ataque russo em Kiev deixa 15 mortos e 48 feridos

De acordo com a administração municipal, a Rússia lançou 598 drones e iscas e 31 mísseis de diferentes tipos contra a Ucrânia, dos quais 563 artefatos aéreos e 26 mísseis foram interceptados pela Força Aérea ucraniana. Mesmo assim, 20 locais em sete distritos de Kiev sofreram impactos diretos, resultando em quase 100 edifícios danificados, entre eles um shopping no centro da cidade.

Entre as vítimas fatais estão quatro crianças de 2 a 17 anos, informou Tymur Tkachenko, chefe da administração da capital. Equipes de resgate ainda buscam sobreviventes sob os escombros, e o número de mortos pode aumentar.

O presidente Volodymyr Zelenskyy criticou a ofensiva: “A Rússia escolhe balística em vez da mesa de negociações”, escreveu na rede X, cobrando resposta da comunidade internacional. Já o Ministério da Defesa russo afirmou ter mirado “bases aéreas e indústrias de defesa” da Ucrânia com armamentos de longo alcance, incluindo os mísseis hipersônicos Kinzhal, e garantiu que “todos os alvos designados foram atingidos”.

Além da capital, drones ucranianos incendiaram as refinarias de Afipsky, na região de Krasnodar, e de Novokuibyshevsk, em Samara, numa estratégia de enfraquecer o setor energético russo. O Kremlin disse ter abatido 102 drones sobre seu território.

Prédios diplomáticos também foram afetados. A representação da União Europeia e o edifício do British Council em Kiev sofreram danos, embora sem vítimas. A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, anunciou a convocação do embaixador russo em Bruxelas em protesto. Detalhes adicionais podem ser lidos na cobertura da BBC, referência internacional sobre o conflito.

O ataque ocorre em meio a esforços diplomáticos liderados pelos Estados Unidos para encerrar a guerra, que se arrastam sem avanços concretos. Enquanto isso, moradores como a estudante Sofia Akylina relataram a proximidade inédita das explosões: “Nunca tinham atacado tão perto”, disse.

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Crédito da imagem: Global News

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