AVC: segurar espirro aumenta risco, alerta neurologista

AVC: segurar espirro aumenta risco, alerta neurologista

AVC: segurar espirro aumenta risco, alerta neurologista é a advertência do pesquisador Baibing Chen, da Universidade de Michigan, ao apontar hábitos cotidianos que intensificam a ameaça de acidente vascular cerebral.

AVC: segurar espirro aumenta risco, alerta neurologista

De acordo com Chen, o acidente vascular cerebral continua como a segunda principal causa de morte no mundo, responsável por 11 % dos óbitos globais. Entre os fatores comportamentais identificados pelo especialista, destaca-se o ato de reprimir espirros. A pressão interna gerada por um espirro supera a de um pneu de automóvel; quando contida, essa força pode romper vasos sanguíneos frágeis no cérebro e desencadear um AVC.

Além de segurar o espirro, o neurologista cita outros dois costumes que elevam o risco da doença: tabagismo e alimentação pobre em nutrientes. Esses hábitos, combinados com condições pré-existentes como hipertensão, colesterol alto e diabetes, aumentam a probabilidade de obstruções ou sangramentos cerebrais.

O Organização Mundial da Saúde reforça que até 80 % dos derrames podem ser prevenidos com mudanças simples, como manter dieta rica em frutas, verduras e proteínas magras, praticar exercícios regulares e fazer acompanhamento médico periódico.

Sintomas de alerta incluem dor de cabeça súbita e intensa, perda de força em um lado do corpo, dificuldade para falar ou compreender frases e visão turva. Diante de qualquer sinal, a recomendação é acionar o serviço de emergência imediatamente, pois o tempo de atendimento influencia diretamente nas sequelas.

A prevenção também exige o controle rigoroso de doenças crônicas. Medir a pressão arterial, monitorar níveis de glicose e colesterol e aderir a medicamentos prescritos são passos essenciais para reduzir o risco de AVC isquêmico ou hemorrágico.

Em síntese, combater o tabagismo, melhorar a alimentação e permitir que o espirro siga seu curso natural podem representar a diferença entre a saúde cerebral e uma situação de alto perigo. Para aprofundar-se em práticas saudáveis, confira a editoria Saúde e Bem Estar do nosso portal.

Crédito da imagem: Getty Images

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