Brócolis reduz risco de câncer de intestino em 20%

Brócolis reduz risco de câncer de intestino em 20%

Brócolis reduz risco de câncer de intestino em 20%

Brócolis reduz risco de câncer de intestino em 20% segundo meta-análise chinesa que avaliou 17 estudos e 639 mil participantes, reforçando o papel da alimentação na prevenção do tumor colorretal.

Brócolis reduz risco de câncer de intestino em 20%

O trabalho, publicado na revista BMC Gastroenterology, revisou pesquisas sobre o consumo de vegetais crucíferos — família que inclui couve-flor, couve-de-Bruxelas, repolho e rúcula. A análise revelou que ingerir entre 20 e 40 gramas diárias desses alimentos, o equivalente a menos de dois talos de brócolis, foi associado a queda de até 20% na incidência de câncer colorretal.

No conjunto avaliado, 97 mil pessoas desenvolveram a doença. A proteção ficou mais evidente na América do Norte e na Ásia; na Europa e na Austrália os resultados foram menos consistentes, possivelmente por diferenças culturais e metodológicas.

Como o vegetal age no organismo

Rico em fibras, vitamina C e glucosinolatos, o brócolis libera compostos como o sulforafano durante a mastigação. Essas substâncias exercem ação anti-inflamatória no trato digestivo, bloqueiam enzimas que estimulam processos carcinogênicos e induzem a morte programada de células malignas.

Sinais de alerta e prevenção

Sangue nas fezes, alteração repentina do hábito intestinal, dor abdominal recorrente, perda de peso sem causa aparente e anemia crônica estão entre os principais sintomas do câncer de intestino. Estimativas do Instituto Nacional de Câncer (Inca) apontam cerca de 21 mil mortes anuais no Brasil, e projeções globais sugerem crescimento de 77% nos diagnósticos até 2050.

Brócolis reduz risco de câncer de intestino em 20% - Imagem do artigo original

Imagem: Internet

Embora promissor, o estudo destaca limitações na comparação dos dados e lembra que idade, histórico familiar e doenças inflamatórias também influenciam o risco. Mesmo assim, a alimentação permanece um fator modificável. A Organização Mundial da Saúde recomenda dietas ricas em frutas, verduras e fibras como estratégia básica de prevenção.

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Crédito da imagem: Peter Dazeley/Getty Images

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