Caso Erin Patterson: sobrevivente detalha tragédia

Caso Erin Patterson: sobrevivente detalha tragédia

Caso Erin Patterson: sobrevivente detalha tragédia

Caso Erin Patterson: sobrevivente detalha tragédia abalou a Austrália quando Ian Wilkinson, único que escapou com vida do almoço contaminado por cogumelos venenosos, declarou ao Supremo Tribunal de Victoria que se sente “apenas meio vivo” após perder a esposa e dois amigos.

Caso Erin Patterson: sobrevivente detalha tragédia

No depoimento lido na audiência de dosimetria, Wilkinson descreveu a esposa, Heather, como “cheia de amor e autocontrole” e lamentou a ausência do casal Don e Gail Patterson, pais do ex-marido da ré. Ele sobreviveu graças a um transplante de fígado após semanas internado. Erin Patterson, 50 anos, foi considerada culpada por três homicídios e uma tentativa de homicídio, todos decorrentes de um almoço de beef Wellington servido em julho de 2023.

Julgamento e possível pena

O Ministério Público pleiteia prisão perpétua sem possibilidade de liberdade condicional, enquanto a defesa pede elegibilidade após 30 anos. A sentença está marcada para 8 de setembro. Ao tribunal, familiares das vítimas leram sete declarações de impacto. Alguns relataram que Patterson aparentava manter boa relação com os sogros em público, mas nutria ressentimentos em privado.

Segundo a acusação, os pratos foram preparados com death cap (Amanita phalloides), cogumelo fatal que pode ser confundido com variedades comestíveis. O Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC) alerta que pequenas quantidades da toxina são suficientes para causar falência hepática.

Detalhes do envenenamento

Wilkinson relatou que Patterson serviu quatro pastéis em pratos cinza aos convidados, enquanto ela própria usou um prato de cor diferente. Os sintomas — vômito e diarreia — surgiram na mesma noite, mas o grupo acreditou tratar-se de gastroenterite. No hospital, médicos confirmaram intoxicação por cogumelos; três vítimas não resistiram.

Embora perdoe Patterson, Wilkinson disse sentir “enorme empobrecimento” sem a companhia de seus entes queridos e questionou “que tipo de tolice” levaria alguém a ver o homicídio como solução de problemas.

O caso permanece acompanhado de perto pela imprensa internacional. Para ler outras atualizações sobre julgamentos ao redor do mundo, visite nossa seção de Notícias Brasil e Mundo e continue informado.

Crédito da imagem: Global News

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