Microsoft fecha prédio após protesto pró-Palestina

Microsoft fecha prédio após protesto pró-Palestina

Microsoft fecha prédio após protesto pró-Palestina

Microsoft fecha prédio após protesto pró-Palestina foi a medida adotada pela companhia em 27 de agosto de 2025, quando sete ativistas invadiram o Building 34, na sede de Redmond, e alcançaram o escritório do presidente Brad Smith.

Microsoft fecha prédio após protesto pró-Palestina

Transmitida ao vivo na Twitch, a ação foi liderada pelo coletivo No Azure for Apartheid, que acusa a gigante de tecnologia de “apoiar genocídio” ao firmar contratos de computação em nuvem com o Estado de Israel. Dentro do edifício que abriga a alta diretoria, os manifestantes entoaram o coro: “Brad Smith, você não pode se esconder, você está apoiando genocídio”, conforme relatou a CNBC.

Entre os participantes estavam funcionários da própria Microsoft, como Riki Fameli e Anna Hattle, além dos ex-colaboradores Vaniya Agrawal, Hossam Nasr e Joe Lopez. Segundo o organizador Abdo Mohamed, a presença de empregados atuais evidencia a insatisfação interna com os acordos mantidos pela empresa.

As críticas ganharam fôlego após reportagem do The Guardian apontar o uso de serviços Azure pelo governo israelense para armazenar dados de chamadas de palestinos na Faixa de Gaza e na Cisjordânia. Menos de uma semana antes, um funcionário havia sido preso em outra manifestação semelhante.

O histórico de protestos inclui atos durante as comemorações dos 50 anos da Microsoft, quando o chefe de IA, Mustafa Suleyman, foi chamado de “aproveitador da guerra”. Até o momento, a companhia não informou quando o prédio reabrirá nem comentou os episódios recentes.

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Imagem: Internet

No contexto da crescente pressão sobre as big techs quanto ao uso ético de inteligência artificial e serviços em nuvem, especialistas avaliam que a companhia poderá rever contratos para mitigar danos de imagem e apaziguar seu quadro de colaboradores.

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Crédito da imagem: TecMundo

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