Paralisia de Bell atinge noiva após cruzeiro cancelado

Paralisia de Bell atinge noiva após cruzeiro cancelado

Paralisia de Bell atinge noiva após cruzeiro cancelado. A galesa Gail Morgan, 50 anos, sofreu paralisia facial em metade do rosto um dia depois de descobrir que a aguardada viagem de lua de mel, um cruzeiro de luxo de R$ 43 mil, não aconteceria.

Viagem frustrada transformou celebração em trauma

Gail e o recém-casado Pepe Davies, 53, voaram até Miami para embarcar em 20 de julho no Celebrity Cruises, onde comemorariam o matrimônio, o aniversário de 50 anos dela e a conclusão de seu mestrado. Inicialmente, a companhia anunciou atraso de 24 horas, mas logo cancelou a partida por “problema técnico”. Já no porto, o casal recebeu a notícia e voltou ao hotel em choque.

Estresse desencadeou a paralisia de Bell

Na manhã seguinte, Gail acordou sem movimentar o lado esquerdo da face. Exames médicos confirmaram paralisia de Bell, condição neurológica rara que provoca fraqueza súbita nos músculos faciais após inflamação do nervo. Segundo especialistas, episódios de estresse intenso, infecções virais ou traumas emocionais são gatilhos comuns. Entre os sintomas relatados pela britânica estavam dor perto da orelha, dificuldade para piscar e fala alterada.

De acordo com especialistas da Mayo Clinic, iniciar tratamento nas primeiras 48 horas — com proteção ocular, medicamentos anti-inflamatórios e fisioterapia — aumenta as chances de recuperação total em poucas semanas.

Compensação considerada insuficiente

A Celebrity Cruises ofereceu apenas dois vouchers para viagens futuras, que não podem ser somados nem utilizados em promoções. Gail avaliou a compensação como “muito aquém” dos prejuízos financeiros e do impacto emocional que ainda enfrenta.

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Imagem: Internet

O que observar e quando procurar ajuda

Sinais como perda repentina de movimentos faciais, dificuldade para fechar o olho e dor atrás da orelha exigem avaliação médica imediata. O diagnóstico é clínico, mas exames podem medir a atividade elétrica dos nervos e a gravidade da lesão.

Casos como o de Gail reforçam a importância de reconhecer rapidamente a paralisia de Bell e buscar assistência especializada. Para mais conteúdos sobre saúde e bem-estar, visite nossa seção Saúde e Bem Estar e continue informado.

Crédito da imagem: Reprodução / Redes sociais

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