REAG Investimentos é alvo da PF e tem fortes elos no futebol

REAG Investimentos é alvo da PF e tem fortes elos no futebol

REAG Investimentos é alvo da PF e tem fortes elos no futebol

REAG Investimentos é alvo da PF e tem fortes elos no futebol. A empresa de gestão de ativos pertencente a João Carlos Mansur, conselheiro do Palmeiras, passou a ser investigada na Operação Carbono Oculto da Polícia Federal por suposto elo com esquemas ligados ao PCC.

Empresário influente no Palmeiras

Mansur ganhou destaque na SE Palmeiras ao atuar na parceria com a WTorre que ergueu o Allianz Parque, mostra o perfil do executivo no LinkedIn. Hoje, ele integra o Conselho de Orientação e Fiscalização (COF) e o Conselho Deliberativo do clube, mantendo proximidade com a presidente Leila Pereira e sendo citado internamente como possível sucessor dela.

Negócios em SAFs e arenas

A REAG Investimentos expandiu sua atuação no futebol ao negociar Sociedades Anônimas do Futebol. Em 2023, assinou oferta vinculante de R$ 1 bilhão para adquirir a SAF do Santa Cruz por meio da Cobra Coral Participações, administrada parcialmente pelo sócio Márcio Cadar. Outra proposta, de R$ 500 milhões, foi formalizada para assumir o Juventus da Mooca, em parceria com a Contea Capital.

No mercado de estádios, a gestora administra o Arena Fundo FII, que cuida da contabilidade da Neo Química Arena, casa do Corinthians. Até recentemente, geria também os recebíveis da Arena do Grêmio, repassados ao clube após compra dos créditos pelo empresário Marcelo Marques por R$ 130 milhões. A REVEE, empresa fundada por Mansur, adquiriu a SAF da Portuguesa e planeja a revitalização da Fonte Luminosa, em Araraquara.

Com mais de 35 anos de carreira, o executivo já chefiou áreas financeiras em companhias como PricewaterhouseCoopers, Monsanto e WTorre, além de ter estruturado mais de 200 fundos de investimento, segundo informações públicas da Comissão de Valores Mobiliários.

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Imagem: Internet

Posicionamento da REAG

Em nota, a REAG Investimentos afirmou colaborar “integralmente” com a Polícia Federal e garantiu atuar “com rigor técnico, ética e transparência”. A companhia declarou que alguns fundos citados na investigação nunca estiveram sob sua gestão e, nos que administrou, optou por renúncia ou liquidação meses atrás. A gestora negou qualquer envolvimento com atividades econômicas de clientes investigados.

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Crédito da imagem: UOL/Folhapress

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