Shutdown nos EUA: Casa Branca prevê demissões iminentes
Shutdown nos EUA: Casa Branca prevê demissões iminentes. A paralisação do governo dos Estados Unidos chegou ao segundo dia, e a administração de Donald Trump alertou que cortes de pessoal podem começar nas próximas 48 horas, com risco de desligamentos permanentes se o impasse no Congresso continuar.
Milhares de funcionários federais já foram colocados em licença não remunerada, enquanto republicanos e democratas trocam acusações sobre quem é responsável pelo bloqueio do orçamento — o primeiro em quase sete anos. Sem consenso sobre o novo plano de gastos, o próximo voto só deve ocorrer na sexta-feira.
Shutdown nos EUA: Casa Branca prevê demissões iminentes
Em coletiva na Casa Branca, o vice-presidente JD Vance, ao lado da secretária de imprensa Karoline Leavitt, afirmou que “demissões em massa são iminentes”. Leavitt estimou um prazo de “dois dias” para o início dos cortes e atribuiu a situação aos democratas. Trump, em sua rede Truth Social, defendeu usar o shutdown para eliminar “gastos inúteis” e anunciou o bloqueio de US$ 18 bilhões em projetos de infraestrutura em Nova York, reduto democrata.
O líder democrata no Senado, Chuck Schumer, acusou os republicanos de tentar “intimidar” o partido ao exigir a aprovação de um orçamento temporário que manteria os atuais níveis de gastos até meados de novembro. Já os democratas condicionam o acordo a garantias de financiamento para programas de saúde voltados a famílias de baixa renda.
Com ambas as Casas controladas pelos republicanos, mas sem os 60 votos necessários para aprovar o pacote, a negociação permanece travada. O presidente da Câmara, Mike Johnson, declarou que “não há o que negociar” e que o foco deve ser reabrir o governo sem ampliar benefícios de saúde considerados caros pelos republicanos.
Analistas preveem um impacto maior do que o shutdown de 2018, quando parte do orçamento já havia sido aprovada. Estima-se que 40% dos servidores — cerca de 750 mil pessoas — possam ser afastados temporariamente. Trabalhadores essenciais, como militares e agentes de fronteira, continuarão ativos, mas sem remuneração até a normalização das contas.

Imagem: Internet
Segundo o agência Reuters, o fechamento anterior custou US$ 11 bilhões à economia norte-americana, valor que pode ser superado se o atual bloqueio se estender por mais dias.
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Crédito da imagem: Getty Images
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